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25 denúncias de irregularidades relacionadas a vacinação contra o coronavírus já foram realizadas no Pará por meio do Disque-Denúncia até às 12h desta quinta-feira (21).

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup), os principais municípios relatados são Augusto Corrêa, Cametá, Castanhal, Belém, Marituba, Bragança.

A ocorrência mais frequente é em relação à desobediência ao calendário vacinal, ou seja, pessoas que não pertencem ao grupo prioritário e que receberam a vacina, além de relatos envolvendo profissionais que atuam na área médica, mas não estão de fato na linha de frente do enfrentamento da Covid-19 e que foram imunizadas.

Para combater a utilização inadequada das vacinas e qualquer outro tipo de atitude delituosa relacionada à vacinação, a população pode contribuir tanto pelo 181 quanto pelo Whats App, no número (91) 98115-9181.

A iniciativa para facilitar as denúncias foi anunciada na coletiva de imprensa do Governo do Pará nesta terça-feira (19) e além dos relatos também podem ser enviados documentos, fotos e vídeos pelo contato, com garantia total do anonimato do denunciante.

Para o titular da Segup, Ualame Machado, a colaboração dos paraenses é fundamental neste momento já que seria impossível ter agentes de segurança pública em cada local de vacinação do Pará.

“Nós já temos algumas chamadas recebidas e algumas mensagens referentes relativas à pessoas que são de uma área específica, a exemplo da saúde, mas que não estariam atuando na linha de frente, isto está sendo apurado tanto pela Polícia Civil quanto pela Sespa”, diz Machado.

Pelas redes sociais, denúncias surgiram relacionadas a uma suposta vacinação de funcionários administrativos da Santa Casa de Misericórdia do Pará, além de assessores da administração pública, em detrimento dos profissionais que atuam diretamente na assistência dos pacientes.

Em nota, a Santa Casa informou que os trabalhadores da saúde que estão na rota Covid-19 do hospital são os que têm prioridade de imunização e que o plano de vacinação inclui, além destes, funcionários que frequentam ambientes onde se faz o atendimento de pacientes, como auxiliares de serviços gerais, copeiros, servidores administrativos e outros cargos.

Também pelas redes sociais, rapidamente a foto do coordenador administrativo do Hospital Municipal de Castanhal, Laureno Lemos, tomando a primeira dose da Coronavac. Ele não faz parte de nenhum dos grupos prioritários.

A Prefeitura de Marituba informou para a reportagem não recebeu nenhuma e que está seguindo à risca os protocolos e utilizando as 737 doses que recebeu. 507 delas já foram utilizadas em profissionais da saúde e 39 em idosos institucionalizados.

Em pelo menos seis estados, promotorias e Ministério Público já investigam desvios na ordem de vacinação. Na capital do Amazonas, Manaus, a vacinação foi suspensa por 24h após denúncias diversas que tomaram as redes sociais.

A cidade vive um colapso na saúde pública e nesta quarta-feira (20) bateu recorde de casos confirmados em 24h: 5.009. Uma reorganização dos critérios do plano de imunização será feita.

O Pará recebeu do Ministério da Saúde 173.240 mil doses da Coronavac, destinadas a grupos prioritários de pessoas neste primeiro momento: os trabalhadores da saúde em contato direto com pacientes suspeitos ou que testaram positivo, pessoas com mais de 60 anos que vivem em instituições de longa permanência e indígenas aldeados.

FONTE: Oliberal

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