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As próximas duas semanas podem ser o pior momento da pandemia no Brasil, segundo a cúpula do Ministério da Saúde. Segundo fontes próximas ao ministro Eduardo Pazuello, a expectativa é de que haja mais casos e mortes no período, com os óbitos ultrapassando a barreira dos 3 mil. O Brasil vem batendo recordes de mortes diárias, mas até o momento essa projeção parece exagerada. Porém se baseia em vários fatores, inclusive na transmissão atual, em que cada 100 pessoas infectadas transmitem para 113.

O que levaria a esse caos na saúde é o que se chama de “tempestade perfeita”: o alastramento do vírus em todo o país, com variantes mais transmissíveis, impulsionado pelas aglomerações no fim do ano e no carnaval; falta de isolamento social; sistema de saúde colapsado ou próximo disso em diversos Estados; e a falta de vacinas disponíveis, que não foram adquiridas no ano passado. Além disso, a transmissão atual é elevada, sendo que em que cada 100 pessoas infectadas transmitem para 113, segundo a Universidade Johns Hopkins.

A cúpula da Saúde se sente impotente sobre a propagação, mas deve estimular a reabertura de hospitais de campanha nos Estados para ao menos auxiliar no tratamento.

Porém, as projeções da equipe de Pazuello, para médio prazo, são otimistas, pois o processo de vacinação deve acelerar a partir deste mês, com a maior produção do Butantan e da Fiocruz. E, no mês seguinte, abril, devem produzir 1,4 milhão de doses diárias.

FONTE: Oliberal

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