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São Paulo – O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou nesta quinta-feira (05/11) que os dados sobre a eficácia da Coronavac, vacina contra o novo coronavírus que está sendo desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac, podem aparecer “a qualquer momento”.

De acordo com o especialista, dos primeiros 9 mil voluntários, cerca de 2% apresentam incidência da infecção, o que significa que 180 pessoas foram infectadas pela Covid-19 ou estão em vias de infecção.

“A população escolhida foi a correta e os dados podem aparecer a qualquer momento”, disse Covas, que não vê necessidade e aumentar o número de voluntários para testagem devido aos bons resultados. Ao todo são 13 mil voluntários.

O governo de São Paulo aguarda a liberação de autoridades chinesas para a importação das 6 milhões de doses prontas da Coronavac e também para a chegada da matéria-prima para a produção da vacina contra a Covid-19.

Acordo

O acordo com o laboratório chinês Sinovac prevê a compra de 6 milhões de doses prontas, que deveriam chegar ao país até a segunda-feira da última semana. Já a importação da matéria-prima para a produção de 40 milhões de doses foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apenas no dia 28 de outubro, após críticas do Instituto Butantan pela demora no processo.

“As doses prontas, que correspondem às 6 milhões (prontas), juntamente com a matéria-prima, formaram um único processo lá na China. Quando ela liberadas pelas autoridades chinesas, nós traremos traremos o conjunto dessas vacinas de forma escalonada. A logística já está contratada e estamos apenas aguardando liberação das autoridades chinesas”, afirmou o diretor do Instituto Butantan, em coletiva.

Segundo Covas, se a matéria-prima chegar em novembro, o instituto iniciará imediatamente a produção da vacina e agilizará o processo para ter as 40 milhões de doses prontas até o início de janeiro.

A capacidade de produção do Butantan, disse o diretor, é de um milhão de doses diárias. “Vamos fazer todo o esforço para manter o cronograma inicial, embora ainda tenha ocorrido um atraso de mais de 20 dias na programação original”, afirmou Covas, lembrando que a aplicação da vacina dependerá ainda do registro na Anvisa.

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