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Em Cametá, o clima ainda é de medo. Muitos moradores continuam assustados por causa da violenta ação da quadrilha na cidade. Em situações dessa natureza, há sempre o receio de que uma nova ação criminosa possa se repetir na cidade. Até porque, até então, os bandidos não foram presos, o que deixa a população intranquila.

E, como não poderia ser diferente, até pelas dimensões do ataque, só se fala nesse assunto na cidade. As agências do Banco do Brasil e dos Correios já haviam sido alvo de assaltantes em outras ocasiões. Mas nada parecido com o ataque desta vez.

“Já teve um assalto no Banco do Brasil, mas nada parecido. Também houve um assalto à agência dos Correios, em que sequestraram a mulher do gerente, e levaram uma quantia. Mas não com essa repercussão. Foi uma coisa inédita”, disse, na manhã desta quinta-feira (3), um morador.

“Ontem (quarta-feira) à noite, a gente deu uma volta na cidade. Anormal. Pouca gente. Povo com medo de sair. Todo mundo assustado mesmo, coisa que não acontece. Dia de semana o povo tá na rua. Mas, ontem à noite, estava totalmente anormal”, acrescentou ele, que pediu para não ser identificado.

Moradores pedem Justiça durante cortejo fúnebre

Ocorreu na manhã desta quinta-feira (3) o enterro Alessandro de Jesus Lopes, morto durante a invasão da cidade. O cortejo saiu do porto até o cemitério principal. No caminho, feito a pé e que durou aproximadamente 15 minutos, as pessoas gritavam por Justiça. Muita gente participou.  Eles chegaram no cemitério por volta de 9 horas. E, em meio a muita emoção, o enterro ocorreu meia hora depois, às 9h30. No caixão, foi colocada uma camisa da farmácia na qual ele trabalhava.

 

Na cidade, não há uma movimentação grande de policiais. Mas isso ocorre porque os diversos agentes de segurança pública realizam incursões nas estradas, nos rios e em toda aquela região. Um helicóptero do Sistema de Segurança Pública é utilizado nas buscas à quadrilha. Segundo o governo do Estado, a Polícia Civil conta com a atuação de equipes da Superintendência Regional do Baixo Tocantins, Delegacia de Repressão de Repressão de Roubo a Banco e Antisequestro (DRBBA) e Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE). A Polícia Militar também está atuando com as suas equipes especializadas. Peritos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC) foram a Cametá. As análises solicitadas envolvem perícia de patrimônio, veículo e local de crime.

 

FONTE: Oliberal

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