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O vídeo de uma mulher ofendendo uma funcionária da padaria Dona Deôla e agredindo cliente, em São Paulo, na última sexta 20, Dia da Consciência Negra, mostrou mais uma vez cenas de intolerância. Agressora foi presa, mas solta para cumprir prisão domiciliar. Em sua defesa, disse que “provocada” e pediu desculpas.

A agressora, que é advogada, foi presa em flagrante pela Polícia Militar (PM) por injúria racial, lesão corporal e homofobia contra funcionários e clientes de uma padaria na Zona Oeste de São Paulo. No vídeo que circula nas redes sociais, Lidiane Brandão Biezok, de 45 anos, começa a provocação jogando guardanapo de papel em um funcionário da padaria. Depois, quando um cliente se aproxima, ela passa a ofendê-lo e parte para a agressão física.

Duas vítimas registraram boletim de ocorrência contra a agressora no 91º Distrito Policial (DP), e agora a Polícia Civil investiga o caso.

A advogada Lidiane alega que foi provocada por dois clientes quando estava comendo um sanduíche. Admitiu que se excedeu. A agressora ainda afirmou que não tem nada contra gays. E negou que tenha utilizado termos racistas contra as pessoas da padaria.

“Eu não tive a mínima intenção em ofender ninguém. Eu me senti acuada, me senti uma vítima ali de uma situação que eu não tinha como sair. Fui agressiva e estúpida, mas não tenho nada contra homossexuais. Peço desculpas”, falou a advogada.

Ofensas

No boletim de ocorrência, dois artistas de 24 anos aparecem como vítimas. Eles relataram que foram jantar na padaria e que começaram a registrar a advogada depois que, segundo o relato, ela passou a ofender uma garçonete e um funcionário “em razão de um problema com a comida”.

Os rapazes disseram que disseram que ela “não tinha o direito de ofender” os funcionários. Então, segundo o BO, Lidiane passou a ofendê-los, chamando-os de “veados”, que “odeia veados” e que os “gays seriam o mal do mundo e que seriam todos aidéticos e que só serviam para passar doenças”.

Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, a agressora ofendeu um dos rapazes por causa da cor da sua pele. Segundo o registro, a vítima é parda e a mulher é branca. O amigo dele também aparece como branco no documento.

 

 

FONTE: Oliberal

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